domingo, 8 de maio de 2016

sábado, 7 de maio de 2016

Estudantes da Escola Estadual de Ensino Médio Senador José Gaudêncio Participantes do Projeto Pedagógico: Caminhos da Liberdade, Orientado pelo Professor Juarez Ribeiro de Araújo. 06/05/2016

Estudantes da Escola Estadual de Ensino Médio Senador José Gaudêncio Participantes do Projeto Pedagógico: Caminhos da Liberdade, Orientado pelo Professor Juarez  Ribeiro de Araújo. 06/05/2016

Economia Colonial: O açucar


                                                              Economia Colonial o Açucar




      Na história do Brasil, a fase açucareira foi correspondente ao periodo em que a produção e exportação do açucar foram a principal atividade economica. A região nordestina foi escolhida, pois seu solo e clima favoreciam ao cultivo da cana-de-açucar, enquanto os portugueses dominaram s etapas de produção de açucar, os holandeses controlaram sua distribuição comercial. o engenho de açucar é a unidade produtiva que melhor caracterizava as condições de riqueza, poder, prestigio e nobreza no Brasil. Na sociedade açucareira as seus propietarios ficaram conohecidos como senhores de engenho. Entre as pessoas que formavam a sociedade açucareira havia senhores, ecravos e pessoas de diversas ocupações como feitorias, mestres de açucar purgadores, padres, agregador, e alguns funcionários do rei e profissionais liberais como medicos advogados e engenheiros. Casa grande e senzala é o titulo de um livro relevânte e polêmica da história brasileira. A senzala era a construção onde se viviam os escravos africanos e seus descendente, alojados de maneira precaria. Os engenhos apresentavam outras construções como a casa do engenho casa de purgar e galpões. Teve uma predominio da escravidão africana em relação aos indigenas. Como as Barreiras culturais, epidemias, dominar de tecnicas africanas e oposição indigena.

 Produção textual feito pelo aluno Carlos Ryan de sousa Pequeno 2°A da Escola Estadual Senador José Gaudêncio. 07/05/2016

Economia Colonial: O açucar

                                                                 A importância do Açucar

       A coroa portuguesa toma a decisão de implantar a produção açucareira em sua colônia americana, destacando-se condições naturais favoráveis promessa de grandes lucros e as experiências anterior portuguesa. Com isso o negócio açucareiro não ficou apenas nas mãos dos portugeses contribuiu também com a participação dos holandeses.
      O que melhor caracteriza as condições de riqueza, poder, prestígio e nobreza do Brasil colonial é a engenho de açucar que é de fato a unidade mais produtiva. Entre os que fazia parte da sociedade açucareira havia senhores escravos e pessoas de diversas ocupações como também os feitores mestre de açucar agregados padres, purgadores e alguns funcionários do rei entre outros.
     A casa- grande era o casarão onde moravam os senhores de engenho e sua família além e capatazes que cuidavam da segurança pessoal e a senzala era a construção onde viviam os escravos africanos alojados de maneira precária. Além disso o engenho apresentava outras condições como casa do engenho, galpões e casa de purgar.
    Com isso a economia açucareira necessitou de recursos humanos como a mão de obra para executar as tarefas nos engenhos. no começo do século XVII o colonizado foi buscar novas experiências já em portugal metropolitano e nas ilhas atlânticas, e com isso originou um lucrativo tráfico de escravos que acontecia entre as costas da África, Bahia, Rio de Janeiro e em Pernambuco.
   Alguns dos aspectos indicados nessas nessas interpretações históricas são: Epidemias, Domínio de Certas técnicas pelos africanos, cultural e a oposição á escravidão indigena. Teve também a preferência pela escravização dos africanos que foi principalmente motivada pelos lucros gerados com o tráfico negreiro, que se inseria na engrenagem do sistema montado no Brasil.

 Produção textual feita pelo aluna Cristiane Karine 2°A da Escola Estadual Senador José Gaudêncio. 07/05/2016

terça-feira, 3 de maio de 2016

03 de maio dia do pau Brasil

         A fim de não deixar o Brasil totalmente abandonado, Portugal  iniciou a exploração de vários produtos naturais da colônia: madeira, especiarias, sementes, ervas medicinais, alguns animais, etc. Esses produtos eram muitas vezes obtidos dos índios em troca de alguns presentes: colares, pentes, machados. De todos os produtos naturais, o que mais significado teve foi o pau-brasil. Contudo, sua exploração não representou atividade  marcante na história da colônia, pois não provocou a colonização da terra, nem a  fixação de povoamentos.Sua procura se deve ao fato de extraírem dele uma tinta de cor vermelha, muito usada como corante na indústria de tecidos.A exploração desse produto era rudimentar e predatória. A madeira era cortada pelos índios e empilhada nas praias em grandes armazéns. Os navios que aqui chegavam levavam-na  para a Europa. As florestas litorâneas de pau-brasil se estendiam do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro, sendo que Pernambuco, Porto Seguro e Cabo Frio eram as regiões de maior  concentração do produto.
        O pau-brasil só podia ser explorado com a autorização do rei de Portugal. Por isso se diz que o pau-brasil era monopólio  do rei.Esse privilégio era dado pelo rei, que, em troca, ficava com boa parte dos lucros.A extração do pau-brasil foi realizada em diversas partes do território. Quando o pau-brasil acabava num lugar os comerciantes passavam a explorá-lo em outro e, assim, iam derrubando as florestas. Como essa atividade não exigia que os europeus se fixassem na América, nos primeiros trinta anos não foram construídos povoados, apenas construções fortificadas chamadas feitorias, em alguns pontos do litoral, para defesa e armazenamento do pau-brasil ou de outras mercadorias retiradas da terra.As notícias sobre a grande quantidade de pau-brasil existente no litoral, passaram a atrair outros países europeus. Em especial a França que, sentindo-se prejudicada pelos termos do Tratado de Tordesilhas, não reconhecia sua validade. O governo francês, então, patrocinou grupos de corsários que começaram a percorrer a "costa do pau-brasil", negociando a extração da madeira diretamente com os índios, por meio do escambo.A primeira ocorreu em 1516 e, a segunda, em 1526. Cristóvão Jacques comandou as duas expedições guarda-costas organizadas pela Coroa.Ambas mostraram-se insuficientes para combater o contrabando e a constante ameaça de ocupação estrangeira, diante da vasta extensão do litoral. O historiador brasileiro Capistrano de Abreu ressaltou outra grande dificuldade: as alianças feitas entre os europeus e os indígenas. Os Tupinambás se aliavam, com freqüência, aos franceses e os portugueses tinham ao seu lado os Tupiniquins.

domingo, 1 de maio de 2016

1º de Maio dia do Trabalho


O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos uma grande greve geral dos trabalhadores.Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.