segunda-feira, 19 de outubro de 2026

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Análises osteológicas e arqueológicas em um esqueleto de Neandertal sepultado há cerca de 75.000 anos na caverna de Shanidar, localizada no Iraque

Análises osteológicas e arqueológicas em um esqueleto de Neandertal sepultado há cerca de 75.000 anos na caverna de Shanidar, localizada no Iraque, revelaram evidências de uma morte violenta e imediata provocada pela perfuração de uma lança de madeira que atravessou seu tórax. A constatação consta em um estudo assinado por pesquisadores da Universidade de Cambridge e publicado na revista científica Scientific Reports. O indivíduo, catalogado como Shanidar A, tinha aproximadamente 45 anos no momento da morte. O achado do esqueleto incompleto foi realizado em 2019 e continha uma mão direita quase íntegra, três costelas, seis dentes e a escápula esquerda — elemento crucial para a descoberta do trauma, uma vez que a ausência de outras partes do corpo impediu a determinação do sexo do hominídeo. Ao examinarem a escápula esquerda de Shanidar A, os cientistas identificaram uma cavidade circular com cerca de 1,5 centímetro de diâmetro próxima à borda do osso, acompanhada de um fragmento ósseo circular destacado da estrutura. Após avaliarem as características do dano e descartarem intervenções pós-morte causadas pela ação de insetos ou roedores, os especialistas concluíram que a lesão se tratava de um trauma penetrante perimortem, ou seja, ocorrido no momento do falecimento ou muito próximo a ele. A dinâmica da lesão indica que a lança atingiu o peito do Neandertal pela frente, em alta velocidade, traspassando o tronco até atingir e perfurar a omoplata. Os exames comparativos indicam que o formato da fratura é compatível com os padrões de impacto gerados por hastes e armas totalmente confeccionadas em madeira, em vez de projéteis ou hastes equipadas com pontas de pedra. A paleoantropóloga Emma Pomeroy, pesquisadora da Universidade de Cambridge e primeira autora do artigo, detalhou a severidade do golpe: "A posição do ferimento e a força necessária para perfurá-lo através do corpo do Neandertal apresentam as características de um tiro fatal direcionado ao coração", afirmou a cientista em comunicado. Veja a matéria completa no link da bio! 📸 Divulgação/Universidade de Cambridge #arqueologia #fossil #noticias *Fontes:* * Imagens 19 e 20: Publicação do perfil @aventurasnahistoria no Instagram.

monarquias francesa e austríaca. Quando se tornou rainha, em 1774, passou a ser alvo de críticas pelos gastos da corte e por sua origem estrangeira.

monarquias francesa e austríaca. Quando se tornou rainha, em 1774, passou a ser alvo de críticas pelos gastos da corte e por sua origem estrangeira. Com a crise económica e política que levou à Revolução Francesa, a monarquia perdeu apoio popular. Maria Antonieta foi associada aos privilégios da aristocracia e acusada de favorecer os interesses da Áustria, país contra o qual a França entrou em guerra em 1792. A família real foi presa após a queda da monarquia, em agosto daquele ano. Após a execução de Luís XVI, em janeiro de 1793, Maria Antonieta foi transferida para a prisão da Conciergerie. Seu julgamento começou em 14 de outubro e terminou dois dias depois, com a condenação por traição. O processo ocorreu em meio ao Reino do Terror, período de intensificação da repressão contra pessoas consideradas inimigas da Revolução. A execução de Maria Antonieta tornou-se um dos episódios mais emblemáticos do fim da monarquia francesa. Em 1815, durante a restauração monárquica, seus restos mortais e os de Luís XVI foram transferidos para a Basílica de Saint-Denis, tradicional local de sepultamento dos reis da França. 📸 Wikimedia Commons via Museu da Revolução Francesa #mariaantonieta #revolucaofrancesa #historia #curiosidades *Fontes:* * Imagem 18: Publicação de mídia social (Instagram)