Viva a História
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Domingo Sangrento e a Revolução de 1905
Produção Textual desenvolvida pelo aluno: Wesley Gonçalves Feitosa Escola: Escola Municipal de Ensino Fundamental Cônego João Marques Pereira Município: Serra Branca - PB Domingo Sangrento e a Revolução de 1905.
Em 1904 deçou o fim de uma guerra entre Rússia e Japão, a Rússia saiu derrotada e mergulhou em crises financeiras. Em um domingo em janeiro de 1905 um grupo de operários vai até o palácio do Czar Nicolau II trazendo com si um abaixo-assinado reivindicando direitos os quais são: permissão de greves e melhores condições de vida, porém foi impedido pela guarda imperial resultando na morte de centenas de protestantes conhecido de Domingo Sangrento. Isso gerou revoltas e protestos por toda Rússia conhecida como Revolução russa especificamente em 1905. Para dar fim a isso o czar fez algumas concessões: Prometeu a istalação de um parlamento, e a legalidade de uns partidos como o partido Social-Democrata.
Selebranca
Toicinho , Terto de Parari , Tarcísio Trajano , Sandro de São João do Cariri , Normando Pereira , Dinha , Val de Coxixola (Em pé)
Galeguinho da Serra , Naldinho de Pocinhos , João de Zezo , Paulinho , Bodica , Felipe Camarão (Agachados)
A Revolução Praieira na Paraíba
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. A Revolução Praieira na Paraíba
31/05/2026 by sérgio botêlho, posted in parahyba do norte e suas histórias, parahyba e suas histórias
Sérgio Botelho – Depois do fracasso da investida sobre o Recife, em fevereiro de 1849, a tropa rebelde, sob o comando de Manoel Pereira de Morais e de Borges da Fonseca seguiu para o norte daquele estado, buscando continuidade para a luta.
A chegada em Areia-PB dos revolucionários liberais em fuga, após passagem por outras cidades paraibanas, acabou inscrevendo a cidade do Brejo entre os capítulos da Revolução Praieira, deflagrada em Pernambuco.
Segundo o site A Briosa, da Polícia Militar da Paraíba, no dia 20 de fevereiro de 1849, as forças legalistas invadiram Areia quando, após uma luta de 10 horas, derrotaram os rebeldes, que empreenderam nova fuga, agora de volta às terras pernambucanas.
Foi lá, enfim, que aconteceram prisões, processos e condenações. Borges da Fonseca terminou a Praieira condenado e enviado a Fernando de Noronha, de onde foi libertado em 28 de agosto de 1851, por força de uma anistia geral.
Anistiado, o paraibano voltou ao jornalismo, na cidade da Parahyba, na defesa de ideias liberais, e de enfrentamento ao poder monárquico. Além do jornalismo, atuou como rábula, isto é, advogado prático, sem formação acadêmica regular em Direito.
Antônio Borges da Fonseca faleceu em 9 de abril de 1872, como figura lendária do liberalismo político e do jornalismo do Século XIX. Então, morava em Nazaré da Mata-PE, com a filha, Ana, casada com João Batista do Amaral e Mello, correligionário liberal de Borges.
Além de Borges, tiveram destaque na Praieira, Pedro Ivo, o principal chefe militar; Nunes Machado, desembargador, morto em combate; Abreu e Lima, militar e intelectual de prestígio; Manuel Pereira de Morais, senhor de engenho; João Roma. brigadeiro, morto em combate; e Bernardo Câmara, fazendeiro.
(Foto: Engenho do Século XIX, em Areia)
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