sexta-feira, 5 de junho de 2026

A Carta do Descobrimento do Brasil

A expedição começou em Belém em março de 1500, mas o primeiro avistamento de terras aconteceu em abril com o Monte Pascoal e a Terra de Vera Cruz. No primeiro contato com indígenas, eram homens e mulheres que andavam nus de forma inocente, rostos bons, corpos bem feitos, cabelos cortados altos, adornos de pedras e ossos nos lábios furados, pinturas corporais e acessórios de penas enormes na cabeça. Os indígenas estranharam as comidas e bebidas trazidas pelos portugueses, mas tinham curiosidade com objetos feitos de ouro e prata, o que levantou a hipótese de que haveria riquezas naquelas terras. Em relação à geografia, o escrivão descreveu terras formosas e extensas, com abundância de águas doces e muito férteis, mas não tinham sinais que haveria ouro, prata ou ferro naquela região. Houve um certo choque em relação à religião, os portugueses faziam suas missas e colocaram uma grande cruz de madeira e os indígenas começaram de forma pacífica a imitá-los, se ajoelhando e levantando as mãos. Os portugueses acreditavam que os indígenas não tinham uma crença própria e por isso decidiram que uma das missões mais importantes era convertê-los ao cristianismo. Além da missão religiosa, eles utilizaram essas terras como pousada para as frotas que iam para Calecute, além disso deixaram dois grumetes desertores e dois degredados para aprender os costumes e a linguagem dos povos que viviam naquela região. Produção textual desenvolvida pela aluna Analice Soares Meira do 2 ano D da Escola Estadual de Ensino Medio Senador José Gaudêncio. Serra Branca PB

A carta do Descobrimento do Brasil

A Carta de Pero Vaz de Caminha é um relato escrito pelo escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, dirigido ao rei Dom Manuel de Portugal, narrando a descoberta do Brasil em 22 de abril de 1500. Caminha descreve detalhadamente a viagem desde a partida de Belém, passando pelas ilhas Canárias e Cabo Verde, até a chegada à nova terra, que foi nomeada Terra de Vera Cruz, com destaque para o Monte Pascoal. Ele relata o primeiro contato com os indígenas que viviam na região, descrevendo suas características físicas, vestimentas e comportamento, ressaltando a inocência e a gentileza dos nativos. Também menciona a celebração da primeira missa no território, com a presença dos capitães e padres, e a demonstração religiosa como símbolo da posse e evangelização. A carta destaca a curiosidade e o respeito mútuo entre os portugueses e os indígenas, com trocas de presentes e observações sobre os costumes locais. É um documento fundamental para a história do Brasil, pois registra o momento inicial do contato europeu com o território e seus habitantes. Produção textual desenvolvida pela aluna Jannailma Ingryd Alves da Silva do 2 ano D da Escola Estadual de Ensino Médio Senador José Gaudêncio. Serra Branca PB.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Domingo Sangrento e a Revolução de 1905

Produção Textual desenvolvida pelo aluno: Wesley Gonçalves Feitosa Escola: Escola Municipal de Ensino Fundamental Cônego João Marques Pereira Município: Serra Branca - PB Domingo Sangrento e a Revolução de 1905. Em 1904 deçou o fim de uma guerra entre Rússia e Japão, a Rússia saiu derrotada e mergulhou em crises financeiras. Em um domingo em janeiro de 1905 um grupo de operários vai até o palácio do Czar Nicolau II trazendo com si um abaixo-assinado reivindicando direitos os quais são: permissão de greves e melhores condições de vida, porém foi impedido pela guarda imperial resultando na morte de centenas de protestantes conhecido de Domingo Sangrento. Isso gerou revoltas e protestos por toda Rússia conhecida como Revolução russa especificamente em 1905. Para dar fim a isso o czar fez algumas concessões: Prometeu a istalação de um parlamento, e a legalidade de uns partidos como o partido Social-Democrata.

Selebranca

Toicinho , Terto de Parari , Tarcísio Trajano , Sandro de São João do Cariri , Normando Pereira , Dinha , Val de Coxixola (Em pé) Galeguinho da Serra , Naldinho de Pocinhos , João de Zezo , Paulinho , Bodica , Felipe Camarão (Agachados)

A Revolução Praieira na Paraíba

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. A Revolução Praieira na Paraíba 31/05/2026 by sérgio botêlho, posted in parahyba do norte e suas histórias, parahyba e suas histórias Sérgio Botelho – Depois do fracasso da investida sobre o Recife, em fevereiro de 1849, a tropa rebelde, sob o comando de Manoel Pereira de Morais e de Borges da Fonseca seguiu para o norte daquele estado, buscando continuidade para a luta. A chegada em Areia-PB dos revolucionários liberais em fuga, após passagem por outras cidades paraibanas, acabou inscrevendo a cidade do Brejo entre os capítulos da Revolução Praieira, deflagrada em Pernambuco. Segundo o site A Briosa, da Polícia Militar da Paraíba, no dia 20 de fevereiro de 1849, as forças legalistas invadiram Areia quando, após uma luta de 10 horas, derrotaram os rebeldes, que empreenderam nova fuga, agora de volta às terras pernambucanas. Foi lá, enfim, que aconteceram prisões, processos e condenações. Borges da Fonseca terminou a Praieira condenado e enviado a Fernando de Noronha, de onde foi libertado em 28 de agosto de 1851, por força de uma anistia geral. Anistiado, o paraibano voltou ao jornalismo, na cidade da Parahyba, na defesa de ideias liberais, e de enfrentamento ao poder monárquico. Além do jornalismo, atuou como rábula, isto é, advogado prático, sem formação acadêmica regular em Direito. Antônio Borges da Fonseca faleceu em 9 de abril de 1872, como figura lendária do liberalismo político e do jornalismo do Século XIX. Então, morava em Nazaré da Mata-PE, com a filha, Ana, casada com João Batista do Amaral e Mello, correligionário liberal de Borges. Além de Borges, tiveram destaque na Praieira, Pedro Ivo, o principal chefe militar; Nunes Machado, desembargador, morto em combate; Abreu e Lima, militar e intelectual de prestígio; Manuel Pereira de Morais, senhor de engenho; João Roma. brigadeiro, morto em combate; e Bernardo Câmara, fazendeiro. (Foto: Engenho do Século XIX, em Areia)