Entre as descrições de viagens pelo interior do Brasil está merecendo
bastante atenção da parte de cientistas, principalmente de
etnógrafos e geógrafos, mas também dos leitores em geral, a que foi
escrita por Hércules Florence da expedição do cônsul da Rússia Barão
de Langsdorff, nos anos de 1825 a 1829, pelas então províncias
de São Paulo, Mato Grosso e Pará. Florence escreveu seu manuscrito
em forma de diário, sem nunca perder o fio da narração, no correr
da viagem, e é para admirar como ele conseguia isso, pois se a expedição
parava às vezes meses em cidades e vilas, outras vezes ela
percorria por outro tanto tempo campos e matas, ou descia e subia
em batelões e canoas rios caudalosos e perigosos por causa de saltos,
corredeiras e cachoeiras.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
domingo, 1 de julho de 2018
O ANIVERSÁRIO DE UMA PRINCESA
Se estivesse viva, hoje, a princesa Diana de Gales completaria 57
anos de idade. Ela nasceu em 1961, sendo filha do conde Spencer. Seu
nascimento não foi visto como algo promissor, pois seus pais queriam um
menino para herdar o título. Sua mãe saiu de casa em 1969, e Diana não
tinha uma relação boa com sua madrasta. Ela conheceu seu futuro marido,
Charles, 13 anos mais velho, ainda em 1977, aos 16 anos. Eles passaram a
se ver em mais jogos de pólo, até que
Charles convidou-a para um passeio no iate real. Depois, foi convidada
para a propriedade escocesa da família real, Balmoral, onde foi recebida
pela rainha. Em 1981, Charles pediu sua mão em casamento, e ela
aceitou.
Seu casamento, na
Catedral de St. Paul, foi assistido por 750 milhões de pessoas ao redor
do mundo. Ela usou um vestido avaliado em £9000, com uma cauda de mais
de 7m de comprimento. Durante a cerimônia, inverteu a ordem do nome do
seu marido, e não disse que iria obedecê-lo. Em 1982, o primeiro filho,
William, nasceu. Antes disso, ela havia exibido sua barriga em uma
praia, durante um feriado, o quê causou polêmicas. O segundo filho,
Harry, nasceu em 1984, e houve especulações de que o pai não fosse
Charles, por conta do cabelo ruivo da criança. Charles mantinha um
relacionamento com sua ex-namorada, Camilla Parker, e Diana começou um
caso com James Hewitt, ex-instrutor de cavalos da família real. A rainha
e o príncipe Philip tentaram uma reconciliação entre eles, mas sem
sucesso. Eles se separaram em 1992.
Diana ganhou o direito de permanecer no Palácio de Kensington, além de 17 milhões de libras, e a guarda compartilhada dos filhos, mas perdeu o status de "Alteza Real". Ela foi uma ativista, lutando contra o uso de minas terrestres, proteção animal, e a campanha anti-discriminatória daqueles com AIDS. Ela teve um caso com o cardiologista Hasnat Khan, paquistanês, e com o bilionário egípcio, Dodi Al Fayed. Ela faleceu em 1997, aos 36 anos, em um acidente de carro, durante uma perseguição de paparazzis em Paris. A pancada foi tão forte que seu coração moveu-se para o peito direito.
Diana ganhou o direito de permanecer no Palácio de Kensington, além de 17 milhões de libras, e a guarda compartilhada dos filhos, mas perdeu o status de "Alteza Real". Ela foi uma ativista, lutando contra o uso de minas terrestres, proteção animal, e a campanha anti-discriminatória daqueles com AIDS. Ela teve um caso com o cardiologista Hasnat Khan, paquistanês, e com o bilionário egípcio, Dodi Al Fayed. Ela faleceu em 1997, aos 36 anos, em um acidente de carro, durante uma perseguição de paparazzis em Paris. A pancada foi tão forte que seu coração moveu-se para o peito direito.
No dia 30 de junho de 1961, o presidente JÂNIO QUADROS torna-se capa da revista Time.
Alguns meses depois, ainda no primeiro ano de mandato, ele viria a
renunciar ao cargo de presidente, assumindo o vice João Goulart. Os
fatos que se seguirão levarão ao golpe militar de 1964.
Khalid Ibn Walid ( 585–642).
Khalid Ibn Walid ( 585–642) foi um companheiro do profeta Muhammad
conhecido por suas táticas militares e proezas, comandando as forças de
Medina sob comando do profeta e as forças de seus sucessores imediatos
do califado de Rashidun, Abu Bakr e Omar ibn Khattab. Foi sob sua
liderança militar que a Arábia, pela primeira vez na história, se uniu
sob uma única entidade política, o califado. Comandando as forças do
estado muçulmano nascente, Khalid venceu em mais de cem batalhas,
contra as forças do Império Bizantino, do Império Sassânida e seus
aliados, além de outras tribos árabes. Suas conquistas estratégicas
incluem a conquista da Arábia durante as Guerras de Ridda, Mesopotâmia
Persa e Síria Bizantina em vários anos, de 632 a 636. Ele também é
lembrado por suas vitórias vitoriosas em Yamamah, Ullais e Firaz, e seus
sucessos táticos em Walaja e Yarmouk.
Khalid ibn al-Walid (Khalid filho de al-Walid) era da tribo coraixita
de Meca, de um clã que inicialmente se opunha a pregação do Islã. Ele
desempenhou um papel vital na vitória de Meca na Batalha de Uhud contra
os muçulmanos. Ele se converteu ao Islã e se juntou ao profeta depois do
Tratado de Hudaybiyyah e participou de várias expedições para ele, como
a Batalha de Mu'tah, que foi a primeira batalha entre os bizantinos e
os muçulmanos. Khalid ibn Walid relatou que a luta foi tão intensa que,
enquanto lutava, ele quebrou nove espadas na batalha. Isso lhe valeu o
título de "Saif-ullah", que significa "A Espada de Alá". Khalid assumiu
depois de Zayd ibn Haritha, então Jafar ibn Abi Talib, então Abdullah
ibn Rawahah serem mortos. Após a morte de Muhammad, ele desempenhou um
papel fundamental no comando das forças de Medina para Abu Bakr nas
guerras Ridda, conquistando a Arábia Central e subjugando tribos árabes.
Ele capturou o reino árabe de Al-Hirah dos lacmidas, e derrotou as
forças persas sassânidas durante sua conquista do Iraque (a
Mesopotâmia). Mais tarde, ele foi transferido para a frente ocidental
para capturar a Síria bizantina e o estado bizantino-árabe dos
gassanidas.
Embora Omar posteriormente o tenha aliviado do alto comando, ele permaneceu o líder efetivo das forças organizadas contra os bizantinos durante os primeiros estágios das guerras bizantinas-árabes. Sob o seu comando, Damasco foi capturado em 634 e a principal vitória árabe contra as forças bizantinas foi alcançada na Batalha de Yarmouk (636), o que levou à conquista do Bilad al-Sham (Levante). Em 638, ele foi demitido dos serviços militares.
Khalid lutou cerca de 200 batalhas, tanto grandes batalhas e pequenas escaramuças, bem como duelos individuais, durante sua carreira militar. Tendo permanecido invicto, ele é reivindicado por alguns como um dos melhores generais militares da história.
Embora Omar posteriormente o tenha aliviado do alto comando, ele permaneceu o líder efetivo das forças organizadas contra os bizantinos durante os primeiros estágios das guerras bizantinas-árabes. Sob o seu comando, Damasco foi capturado em 634 e a principal vitória árabe contra as forças bizantinas foi alcançada na Batalha de Yarmouk (636), o que levou à conquista do Bilad al-Sham (Levante). Em 638, ele foi demitido dos serviços militares.
Khalid lutou cerca de 200 batalhas, tanto grandes batalhas e pequenas escaramuças, bem como duelos individuais, durante sua carreira militar. Tendo permanecido invicto, ele é reivindicado por alguns como um dos melhores generais militares da história.
O Islã africano é antigo.
O Islã africano é antigo. A religião chegou ao continente antes mesmo
que o Profeta Muhammad fizesse sua famosa migração de Meca para Medina
no século VII, e desde então viu surgir uma dezena de reinos muçulmanos
africanos ao longo dos séculos, alguns tão extensos que anexaram partes
da Europa, como os aglábidas, almorávidas e almóadas. Os muçulmanos na
África pertencem principalmente à denominação sunita, embora também haja
um número pequeno de adeptos xiitas e ibadis. Além disso,
o sufismo, a dimensão mística do Islã, tem uma presença forte no Islã
africano, e possui expressões ortodoxas nas ordens dominantes muridia e
tijani na África Ocidental e outras expressões heterodoxas sincréticas
também. A escola de jurisprudência Maliki é a maior entre a maioria das
comunidades sunitas do continente, enquanto a shafi'i é predominante no
Chifre da África, no leste do Egito e na Costa Swahili. A famosa
universidade de al-Azhar também se encontra no Egito, país no qual há
também uma certa presença hanafi.
Contudo nas ultimas décadas o continente testemunhou o crescimento do
salafismo, cuja pregação é financiada em massa por países estrangeiros,
resultando no surgimento de vários grupos terroristas como o Boko Haram e
al-Shabab.
Na imagem: A Mesquita de Larabanga, construída em Gana em 1421.
Na imagem: A Mesquita de Larabanga, construída em Gana em 1421.
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