Viva a História
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Uma equipe de arqueólogos da Griffith University encontrou evidências de que o consumo de substâncias psicoativas pode ser muito mais antigo do que se imaginava. Liderada pelo professor Adam Brumm, do Centro Australiano de Pesquisa sobre a Evolução Humana (ARCHE), a pesquisa identificou sinais do uso da noz de betel há até 25 mil anos, durante o Pleistoceno.
O estudo foi realizado em parceria com pesquisadores da Universidade Hasanuddin de Makassar e da Agência Nacional de Pesquisa e Inovação (BRIN), na Indonésia. Os resultados foram repercutidos pela PHYS.Org, e indicam que algumas comunidades da ilha de Sulawesi já utilizavam a noz de betel como droga muito antes das origens neolíticas ou da Idade do Bronze, anteriormente relacionadas a cerca de 3.500 anos atrás.
A pesquisa, publicada na Science Advances, analisou restos esqueléticos extremamente raros de dois antigos caçadores-coletores humanos. Um deles viveu entre 25 mil e 16 mil anos atrás, enquanto o outro data de 7.600 a 6.300 anos atrás.
Os pesquisadores identificaram nos dentes dos indivíduos um padrão incomum de desgaste, formado por sulcos profundos e arredondados. A equipe estabeleceu esse desgaste como um novo marcador bioarqueológico associado ao hábito de chupar nozes de betel inteiras.
Veja a matéria completa no link da bio!
1. Publicação da Rede Social (Post do Instagram):
AVENTURAS NA HISTÓRIA. Uma equipe de arqueólogos da Griffith University encontrou evidências... Instagram: @aventurasnahistoria. Disponível em: . Acesso em: 10 set. 2026.
2. Artigo Científico Citado no Texto (Science Advances):
BRUMM, Adam et al. Pleistocene and Holocene betel nut chewing in Wallacea. Science Advances, v. 10, 2024.
Depois de 1654, com o fim do período holandês em Pernambuco, a história da comunidade judaica do Recife não desapareceu.
[19:58, 10/09/2026] Juarez Ribeiro: Ela atravessou o Atlântico.
Nos documentos antigos de Amsterdã começam a reaparecer nomes, famílias, comerciantes, procuradores e testemunhas que haviam vivido no Recife muitos ligados à vida judaica construída em torno da Kahal Kadosh Tsur Israel, na antiga Rua dos Judeus.
📜 Alguns registros chegam a dizer literalmente:
"Anteriormente residente no Recife de Pernambuco e atualmente residente nesta cidade [Amsterdã]".
É assim que a história deixa de ser apenas tradição oral e começa a aparecer escrita nos documentos.
Neste carrossel reuni 23 nomes ligados a essa rede histórica, além de registros que ajudam a compreender os caminhos entre R…
[20:01, 10/09/2026] Juarez Ribeiro: Depois de 1654, com o fim do período holandês em Pernambuco, a história da comunidade judaica do Recife não desapareceu.
Ela atravessou o Atlântico.
Nos documentos antigos de Amsterdã começam a reaparecer nomes, famílias, comerciantes, procuradores e testemunhas que haviam vivido no Recife muitos ligados à vida judaica construída em torno da Kahal Kadosh Tsur Israel, na antiga Rua dos Judeus.
📜 Alguns registros chegam a dizer literalmente:
"Anteriormente residente no Recife de Pernambuco e atualmente residente nesta cidade [Amsterdã]".
É assim que a história deixa de ser apenas tradição oral e começa a aparecer escrita nos documentos.
Neste carrossel reuni 23 nomes ligados a essa rede histórica, além de registros que ajudam a compreender os caminhos entre Recife, Amsterdã e o mundo atlântico.
E talvez esse seja apenas o começo.
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Quanto mais esses documentos circulam, mais histórias esquecidas podem voltar à luz.
A Cultura no Brasil do Primeiro Reinado "O Reinado de Dom Pedro I foi caracterizando-se por um período em que se intentou a definição do novo Estado e de sua cultura pela construção de uma unidade e de uma identidade nacional de um Brasil independente de Portugal.
O primeiro passo no processo de uma institucionalização nacional do campo da artes foi a preservação do legado cultural estabelecido pela Corte de Dom João VI no Brasil que trouxe a Missão Artística Francesa, com a instituição de um edifício próprio da Academia Imperial de Belas Artes, projetado por Montigny, em 5 de novembro de 1826, a conservação por meio de indenização financeira do vasto acervo da Biblioteca Real trazida para o Brasil em 1808, que estava ameaçado de retornar para Lisboa nas cláusulas do Tratado de Paz e Amizade com Portugal, em 1825 e a continuação da produção musical da Capela Imperial, antiga Capela Real
A biblioteca possuía 80 mil volumes, com destaque às cartas dos jesuítas Anchieta e Nóbrega, aos papéis relativos à descoberta e colonização brasileira e a autógrafos do marquês de Pombal. A partir de 1824 o órgão passou a ser denominado como Biblioteca Imperial e Pública, de até Hoje a maior da América Latina
Alguns dos primeiros alunos da Nova Academia Imperial de Belas se destacaram na construção de uma unidade de uma identidade nacional como Simplício de Sá e José de Cristo Moreira, portugueses; Afonso Falcoz, francês; Manuel de Araújo Porto-Alegre, Francisco de Sousa Lobo, José dos Reis Carvalho, José da Silva Arruda e Francisco Pedro do Amaral, brasileiros.
O Primeiro Imperador do Brasil Dom Pedro I teve formação musical bastante esmerada, como era de costume entre os Bragança. Entre seus professores estão Marcos Portugal e Sigismund Neukomm. Tocava o clarim, a flauta, o violino, o fagote, o trombone e o cravo.
O Imperador foi o autor do Hino da Independência do Brasil e do Hino Constitucional de Portugal entre diversas outras obras sacras como missas e louvações (te-déum) que, sob a forma de documentos musicais, estão sendo coletados e inscritos no programa Memória do Mundo, da Unesco, como parte das comemorações dos 200 anos da Independência.
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* Artigo Científico
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* Exemplo: OLIVEIRA, Maria. Importância da pesquisa. Revista Acadêmica, Rio de Janeiro, v. 10, n. 2, p. 45-52, 2022.
* Site ou Página da Web
* Estrutura: SOBRENOME, Nome (ou INSTITUIÇÃO). Título da página. Ano. Disponível em: . Acesso em: dia mês ano.
* Exemplo: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diretrizes de saúde pública. 2023. Disponível em: . Acesso em: 10 set. 2026.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2026
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